segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

 
Ensopado de enguias

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

 

Pisa, a cidade da torre inclinada




Pisa é uma comuna da região da Toscana e descobertas arqueológicas revelaram a existência de um grande porto da época romana no seu subsolo. Nessas descobertas foram encontradas diversas embarcações de vários modelos, algumas delas intactas e ainda com a mercadoria que transportavam.

 

Há 20 séculos o estuário encontrava-se a 4 km do mar onde estava o maior porto romano; hoje está a 17 km do mar. Acredita-se que a inclinação da famosa Torre de Pisa se deve ao fato de ter existido mar ou um estuário maior que o atual. Diz a tradição que foi nesse porto que S. Pedro desembarcou para pregar o Evangelho, tendo daí seguido para Roma. Pisa, naquele tempo, estava à beira-mar, na foz do rio Arno.

 

A torre de Pisa, uma das atrações turísticas da cidade de Pisa, começou a ser construída em 1174. Foi projetada para abrigar o sino da catedral da cidade de Pisa, na Itália. Quando três dos oito andares estavam prontos, notou-se uma ligeira inclinação, em razão de um afundamento do terreno. Tentou-se compensar a falha fazendo os outros andares um pouco maiores do lado mais baixo, só que a estrutura afundou ainda mais pelo excesso de peso.

 



A torre acabou de ser erguida, inclinada, em 1350, atingindo 56 metros de altura. Hoje sua inclinação chega a cinco graus, e aumenta uma média de 20 milímetros por ano. Estava fechada ao público desde Janeiro de 1990, e um trabalho na base conseguiu diminuir a inclinação em 1,3 centímetro e calcula-se que nesse ritmo será recuperada até 2250. A visitação foi reaberta em dezembro de 2001. Em determinadas épocas se pode subir à noite e ter uma bela visão da Praça dos Milagres onde está a torre.



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terça-feira, 2 de novembro de 2010

 
TIRAMISÙ


Diferentes fontes creditam o aparecimento do tiramisù na cidade italiana de Treviso - região do Veneto, no restaurante Le Beccherie, pelas mãos do confeiteiro Roberto Linguanotto. Outras fontes creditam a origem do tiramisù na cidade de Siena, para homenagear Cosimo III, o Grande Duque da Toscana.

Outra versão diz que o doce foi criado no Norte da Itália por ocasião da Primeira Guerra Mundial, quando as mulheres preparavam este doce
para os maridos levarem consigo quando iam para a guerra, já que a cafeína e o açúcar dariam mais energia para a luta e para trazê-los salvos de volta
para casa.

Uma última versão menos glamourosa diz que o tiramusù foi criado
adaptando-se uma antiga receita de bolo de café, para usar os restos de bolo amanhecido. Assim, molhava-se o bolo em café e acrescentava-se um creme para torná-lo mais atraente.


Figurativamente, o nome pode ser traduzido ainda como “faça-me mais feliz”
ou "menos triste". Antigamente, cortesãs de Veneza acreditavam que deveriam consumir o tiramisú antes que os cavalheiros chegassem, para obter energia para entretê-los durante a noite inteira...

Tiramisu é um clássico pavê italiano. É uma leve combinação entre o sabor de café, creme batido e camadas de biscoito champanhe ou bolo com um toque de licor. Uma das receitas mais tradicionais é feita com queijo mascarpone misturado a gema e claras de ovos batidos com açucar, formando um creme. A montagem é feita com biscoito champagne ou bolo molhado em café sem açucar com whisky, alterando as camadas com creme. Coberto ao final com creme de avelãs e chocolate (Nutella), é polvilhado com chocolate.

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sábado, 16 de outubro de 2010

 
    FONTES DE ROMA - ITÁLIA  

 

Há várias visitas que se podem fazer na cidade de Roma.
Roma clássica, com o Coliseu e o Fórum;  Roma católica, com uma igreja por quarteirão;  Roma automobilística, de Ferraris e Lamborghinis.
Mas de todas elas, a mais simpática é a Roma aquática.

Os romanos  orgulharam-se da sua rede de distruibuição de água. Os aquedutos romanos eram os maiores da antiguidade, sendo que o comprimento da rede de aquedutos, somada, tinha mais de 500km. Nos pontos finais dos aquedutos, era costume colocar uma fonte, onde a população se podia servir com  água potável. Na idade média os aquedutos e fontes foram na sua maioria, destruídos; mas, durante o Renascimento, o costume de erguer fontes monumentais foi retomado.

Em Roma, um óptimo passeio para turistas é tentar achar o maior número de fontes possíveis. No caminho entre uma fonte e outra você acaba conhecendo a cidade, e as fontes em si são grandiosas obras de arte. As fontes ao vivo são impressionantes.


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Fontana delle Api


Na base da Via Veneto, a avenida dos restaurantes chiques em Roma, está a Fontana delle Api, uma pequena fonte criada pelo Bernini em 1644. Originalmente, ela era usada como bebedouro para cavalos, e o nome refere-se às três abelhas esculpidas na fonte. Essas três abelhas são comuns pela cidade, pois são o símbolo da família Barberini, uma influente família que chegou a eleger um papa, o Urbano VIII.


Fontana del Tritone


Outra fonte feita por Bernini, em 1642, a Fontana del Tritone fica no centro da Piazza Barberini. Os motivos aquáticos são comuns nas fontes romanas, nesse fonte temos Tritão, filho de Netuno, sendo apoiado por quatro golfinhos.



Fontana dell'Obellisco

Na Europa são comuns os obeliscos roubados de templos egípcios. Na Piazza del Popolo, um obelisco da época de Ramsés II foi adornado com uma fonte criada por Valadier, em 1589.
A Fontana dell'Obellisco é formada de quatro leões de mármore que protegem o obelisco.



Fontana del Nettuno

Ainda na Piazza del Popolo, a fonte dedicada a Netuno e seu tridente é a primeira das duas fontes construídas por Giovanni Ceccarini em 1822, na inauguração de um novo aqueduto para irrigar a região.

 

Fontana della Dea Roma

A segunda fonte de Ceccarini para a Piazza del Popolo representa a deusa Roma, acompanhada da Loba amamentando Rômulo e Remo.



Fontana dei Quatro Fiumi

No centro da Piazza Navona está mais uma fonte de Bernini, a Fontana dei Quatro Fiumi, construída em 1651. Essa fonte representa quatro grandes rios, um de cada continente: o Nilo, o Ganges, o Danúbio e o Rio da Prata.


Fontana del Moro

Essa fonte, também da Piazza Navona, foi contruída em 1575 por della Porta, e a estátua central foi adicionada por Bernini em 1653. A estátua representa Netuno, mas as feições africanas do deus fizeram com que a fonte fosse conhecida como a fonte do Mouro.


Fontana del Nettuno

Na outra ponta da Piazza Navona, tem mais uma fonte dedicada a Netuno. Ela foi criada em 1574, sem nenhuma decoração. As estátuas só foram colocadas bem depois, em 1878, para consertar a falta de simetria com a Fontana del Moro.


Fontana dei Libri

Uma fonte simpática escondida em um ruazinha, a Fontana dei Libri é uma fonte que representa o bairro Sant'Eustachio, cujo símbolo é o cervo.
Os livros representam a Universidade Sapienza, que fica ali perto.



Fontana della Naiade

Na Piazza della Republica está a Fontana della Naiade, a fonte das ninfas, terminada em 1912. No centro está o deus Glauco, cercado por quatro ninfas: a ninfa dos lagos, a ninfa dos rios, a ninfa dos oceanos, e a ninfa das águas subterrâneas.
Será que o motivo das mentes romanas escandalizadas com esta fonte é esta menina, que está literalmente a afogar o ganço???


A Fonte das Tartarugas ou Fontana delle Tartarughe

É uma das mais belas fontes de Roma, sob o ponto de vista artístico, projetada por Giacomo Della Porta ( 1540 - 1602 ), e execultada, provavelmente, por Taddeo Landini. Outros atribuem a criação a Rafael Sanzio.
Admira-se quatro rapazes, que seguram com a mão e um , quatro golfinhos, enquanto, com a outra mão, seguram quatro pequenas tartarugas no ato de beberem na concha superior.


A fonte encontra-se na Praça Mattei, meio estrangulada entre severos palácios, ao ingresso do antigo Ghetto, antigo bairro judeu em Roma.

Fontana Paola

La Fontana delle Tette

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domingo, 10 de outubro de 2010

 
 

  

Stamppot Rauwe Andijvie é um prato típico holandês que, embora de nome difícil de pronunciar, é apenas um bem simples Puré de Endívias que deve, no entanto, ser servido com salsichas fumadas, mas também se poderá acompanhar com enchidos ( morcela, chouriço, presunto, farinheira, etc).

Ingredientes:
800 g de batatas
800 g de endívias cruas, cortadas e lavadas
250 g de bacon em pedacinhos
6 tomates inteiros
150 g de pickles picados
1/4 de chávena Salad Cream (molho semelhante a maionese)
1 pitada de leite

Modo de preparação:
1. Descasque e deixe as batatas a ferver numa panela cheia de água. Entretanto, frite o bacon até ficarem estaladiços e corte os tomates.
2. Quando estiver pronto, escorra as batatas e desfaça-as em puré com o molho e o leite até ganhar alguma consistência - não demasiado seco, nem demasiado líquido. Não deve ficar demasiado fofo; deve possuir alguma textura.
3. Com a frigideira em lume brando, vá adicionando as endívias, que devem ficar quentes e não demasiado moles. Quando as endívias ficarem no ponto, adicione o tomate cortado, o bacon e os pickes picado. Aumente o lume enquanto vai mexendo bem.
4. Adicione sal e pimenta para dar mais gosto e um pouco mais de molho para conseguir a consistência certa.

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

 

   RESTAURANTE O PRIMO CHICO  


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No dia feriado fomos dar mais um passeio e a paragem para o almoço foi na Atalaia-Montijo no Restaurante o Primo Chico.
Um restaurante muito acolhedor com comida tradicional alentejana muito boa.
O meu marido comeu borrego com migas de enchidos (13.00€)  gelado de framboesa com molho de papaia (3.00€),  eu comi cabrito assado no forno (13.00€)  tarte de maça (2.50€), além de pão (2.00€), azeitonas (1.50€), queijos frescos (3.00€), paio e presunto (7.00€) de entradas, sumo (1.80€), jarro de vinho alentejano (6.00€).

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

 
   

Zopf é uma variedade de pão suíço.
Bom para comer com queijo Emmental, típico de Berna.

Ingredientes
2 colheres de chá de fermento seco ou 15 g de fresco de padeir
300 ml de leite
500 g de farinha
1 ½ colher de chá de sal
60 g de manteiga amolecida
1 colher de chá de açúcar granulado
2 colheres de sopa de kirsch ou brandy
Pincelar -1 gema e uma colher de sopa de leite

Preparação
Numa batedeira fixa deite o fermento com 100ml de leite e aguarde 5 minutos.
Junte a farinha envolva parte dela no liquido com a ajuda de uma colher de pau, tape a taça e espere 20 minutos.
A mistura ficará espumosa -método esponja.
Adicione o leite restante, o sal, a manteiga, o açúcar e o Kirsch.
Bata com o gancho de amassar por 10 minutos. A massa ficará brilhante e elástica.
Cubra com um pano de cozinha e deixe crescer até duplicar de volume.
Vaze a massa e deixe em repouso 10 minutos.
Divida-a em 3 pedaços e estique cada um deles até formar uma corda com 40 cm (aproximadamente 2 palmos)
Forre um tabuleiro com silicone ou papel vegetal e disponha as 3 cordas alinhadas.
Comece a fazer a trança ,nas extremidades una as cordas espalmando-as e esconda-as por baixo da trança.
Tape com um pano de cozinha, para a ultima levedação e ligue o forno a 180º.
Pincele a trança antes de colocar no forno e coza durante 30 a 40 minutos ou até ficar castanho dourado e soar a oco quando lhe bater por baixo.
Deixe arrefecer num tabuleiro de arame.

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

 



No domingo fomos passear a Castelo de Vide terra da namorada de um dos meus filhos, o passeio em si não foi grande, tinhamos planeado que a seguir ao almoço iríamos à feira de Marvão, mas não fomos devido ao mau tempo, chuva e muito vento.
Almoçamos no Restaurante D. Pedro V situado mesmo no centro histórico da vila e sendo, ele próprio, já quase histórico (foi inaugurado em 1978),  é paragem obrigatória numa visita a Castelo de Vide.
A sala tem uma decoração muito bonita e a lista tem mais de 30 pratos diferentes, quase todos típicos.
Comemos o fabuloso pato com framboesas, migas de batata à alentejana, carne porco à alentejana, e bacalhau com natas (prato do dia), as entradas eram muito boas, um prato cheio de enchidos (paio, morcela, chouriço e presunto), queijos e ovelha (Nisa), patês, manteiga, azeitonas, pão e bebidas . 
Também no que respeita à sobremesa a escolha torna-se complicada: Cerca de 20 opções, metade delas com sugestão de acompanhamento com vinho do Porto... Comemos semi-frio com chocolate quente, aldrabado de castanhas, mas a verdade é que a encharcada, no Alentejo, é sempre uma opção a ter conta!

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

 

La Boca de la Verdad

Praça Boca da Verdade, na histórica zona do Fórum Boário, é visitada, sobretudo, pela famosa Boca da Verdade, uma curiosa tampa de esgoto do tempo romano, que representa uma cara com a boca aberta; na Idade Média, os maridos levavam as suas mulheres até à Boca da Verdade, obrigando-as a meterem a mão dentro da "boca" da figura, dizia-se que se a mulher tivesse sido infiel, que a boca encerraria com a mão no seu interior, daí o nome de Boca da Verdade.

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

 
     ROMA -  FORUM ROMANO    

Ruínas do Foro Romano (Fórum Romano), situada entre o Palatino e o Campidoglio.

Foro Romano, além de ser uma área muito grande com diversas construções, algumas bem conservadas, pode-se caminhar e apreciar tudo com muito mais intensidade.
É quase impossível, quando se caminha pelo meio das ruínas, não se  pensar e imaginar como seria tudo aquilo há 2000 anos atrás.

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domingo, 26 de setembro de 2010

 

ITÁLIA


    ROMA - PRAÇA DE ESPANHA  



A Piazza de Spagna é mundialmente conhecida por ser na sua escadaria que anualmente se realiza a Moda Roma e deve o seu nome á localização da embaixada espanhola que ali se encontra.
A praça de Espanha é um dos grandes pontos de encontro dos turistas na cidade, as suas escadarias estão  sempre lotadas, é um dos locais mais famosos e visitados de Roma, subindo as suas escadas chegamos a uma das mais bonitas igrejas de Roma.
Também por isso outra fonte que destacamos encontra-se no fundo da Escadaria da Piazza de Spagna e chama-se Fontana della Barcaccia.
Tem a forma de um barco a afundar-se.


A fonte da praça é carinhosamente chamada de La Barccacia ou banheira velha.
Foi construída pelo pai de Bernini e segundo a lenda serve para recordar uma barca que o Rio Tibre trouxe até aqui quando transbordou no século XVI.

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